Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
O veto às carnes brasileiras podem ser revisto. Para retornar à lista, “o Brasil deve garantir o cumprimento dos requisitos da União relativos à utilização de antimicrobianos durante todo o ciclo de vida dos animais dos quais provêm os produtos exportados”, referiu a porta-voz. Segundo o órgão, o país não deu garantias sobre a não utilização destes produtos na pecuária.
“Assim que a conformidade for demonstrada, a UE poderá autorizar ou retomar as exportações”, esclareceu, acrescentando que o órgão tem colaborado estreitamente com as autoridades brasileiras sobre o tema.
Até o momento, o ministério da Agricultura não se manifestou.
UE é pressionada por maior vigilância sanitária
Segundo Hrncirova, o bloco proíbe o uso de antimicrobianos para promover o crescimento ou aumentar o rendimento na pecuária. Também veta a utilização, em animais, de antibióticos e outros medicamentos reservados para o tratamento de infecções humanas.
A lista revista e adotada nesta terça-feira inclui agora 21 novos países, tendo outros cinco sido autorizados a exportar mercadorias adicionais para a UE, acrescentou a porta-voz, além da exclusão do Brasil.
As regras da UE integram a agenda “Uma Só Saúde” (“One Health”) do bloco para combater a resistência antimicrobiana e se aplicam aos produtores europeus desde 2022.
A lista é atualizada regularmente para incluir novos países em conformidade ou para remover qualquer país ou mercadoria que não cumpra as regras. A publicação da lista responde à pressão do setor agrícola europeu contra o acordo Mercosul-UE.
https://www.terra.com.br/economia/uniao-europeia-suspende-compra-de-carne-e-produtos-de-origem-animal-do-brasil,8f20562647dc2daf78aed2ab30a61f796goj1e1l.html?utm_source=clipboard
Medida pode ser revista
O veto às carnes brasileiras podem ser revisto. Para retornar à lista, “o Brasil deve garantir o cumprimento dos requisitos da União relativos à utilização de antimicrobianos durante todo o ciclo de vida dos animais dos quais provêm os produtos exportados”, referiu a porta-voz. Segundo o órgão, o país não deu garantias sobre a não utilização destes produtos na pecuária.
“Assim que a conformidade for demonstrada, a UE poderá autorizar ou retomar as exportações”, esclareceu, acrescentando que o órgão tem colaborado estreitamente com as autoridades brasileiras sobre o tema.
Até o momento, o ministério da Agricultura não se manifestou.
UE é pressionada por maior vigilância sanitária
Segundo Hrncirova, o bloco proíbe o uso de antimicrobianos para promover o crescimento ou aumentar o rendimento na pecuária. Também veta a utilização, em animais, de antibióticos e outros medicamentos reservados para o tratamento de infecções humanas.
A lista revista e adotada nesta terça-feira inclui agora 21 novos países, tendo outros cinco sido autorizados a exportar mercadorias adicionais para a UE, acrescentou a porta-voz, além da exclusão do Brasil.
As regras da UE integram a agenda “Uma Só Saúde” (“One Health”) do bloco para combater a resistência antimicrobiana e se aplicam aos produtores europeus desde 2022.
A lista é atualizada regularmente para incluir novos países em conformidade ou para remover qualquer país ou mercadoria que não cumpra as regras. A publicação da lista responde à pressão do setor agrícola europeu contra o acordo Mercosul-UE.
A União Europeia (UE) retirou nesta terça-feira, 12, o Brasil da lista de países de fora do bloco autorizados a exportar carne e produtos de origem animal, por descumprimento das regras sobre o uso de antimicrobianos, que combatem parasitas.
A decisão, que começa a valer a partir de 3 de setembro, ocorre doze dias depois da entrada provisória em vigor do acordo Mercosul-UE. Os demais países do Mercosul (Argentina, Paraguai e Uruguai) que assinaram um acordo comercial com a UE permanecem autorizados.
“[O Brasil] deixará de poder exportar para a UE mercadorias (tanto animais vivos destinados à produção de alimentos como produtos derivados), tais como bovinos, equinos, aves de capoeira, ovos, aquicultura, mel e envoltórios”, disse à agência de notícias Lusa a porta-voz da Comissão Europeia responsável pela área de Saúde, Eva Hrncirova.
Medida pode ser revista
O veto às carnes brasileiras podem ser revisto. Para retornar à lista, “o Brasil deve garantir o cumprimento dos requisitos da União relativos à utilização de antimicrobianos durante todo o ciclo de vida dos animais dos quais provêm os produtos exportados”, referiu a porta-voz. Segundo o órgão, o país não deu garantias sobre a não utilização destes produtos na pecuária.
“Assim que a conformidade for demonstrada, a UE poderá autorizar ou retomar as exportações”, esclareceu, acrescentando que o órgão tem colaborado estreitamente com as autoridades brasileiras sobre o tema.
Até o momento, o ministério da Agricultura não se manifestou.
UE é pressionada por maior vigilância sanitária
Segundo Hrncirova, o bloco proíbe o uso de antimicrobianos para promover o crescimento ou aumentar o rendimento na pecuária. Também veta a utilização, em animais, de antibióticos e outros medicamentos reservados para o tratamento de infecções humanas.
A lista revista e adotada nesta terça-feira inclui agora 21 novos países, tendo outros cinco sido autorizados a exportar mercadorias adicionais para a UE, acrescentou a porta-voz, além da exclusão do Brasil.
As regras da UE integram a agenda “Uma Só Saúde” (“One Health”) do bloco para combater a resistência antimicrobiana e se aplicam aos produtores europeus desde 2022.
A lista é atualizada regularmente para incluir novos países em conformidade ou para remover qualquer país ou mercadoria que não cumpra as regras. A publicação da lista responde à pressão do setor agrícola europeu contra o acordo Mercosul-UE.
Fonte Terra
