Saiba tudo sobre o mistério dos cabelos de Angelica, Dieckmann e Leticia Colin

Em 2026, mudanças de cabelo protagonizadas por famosas vêm chamando atenção nas redes sociais. Angélica, Letícia Colin e Carolina Dieckmann são alguns dos nomes que apareceram com propostas diferentes ao longo do ano, mostrando que uma transformação nos fios pode ir muito além de simplesmente trocar o corte.

Angélica, Carolina Dieckmann e Letícia Colin

Angélica surgiu com um long bob e também atualizou a tonalidade dos cabelos. Letícia Colin surpreendeu ao adotar os fios ruivos para viver uma nova etapa de Adriana em Quem Ama Cuida. Já Carolina Dieckmann experimentou diferentes maneiras de usar o cabelo e ganhou destaque ao aparecer com os fios de forma mais natural no cotidiano.

Mudanças que alteram a imagem

O novo visual de Angélica foi desenvolvido pelo hair stylist Celso Kamura e combina base reta, camadas e uma franja desfiada. Letícia, por sua vez, deixou os cabelos longos e escuros para assumir o ruivo da personagem na novela das 21h.

Para Mari Borges, visagista e terapeuta capilar, a frequência dessas transformações entre mulheres conhecidas reforça a importância do cabelo na construção da imagem pessoal.

“Quando uma pessoa muda o cabelo, a primeira coisa que percebemos é visual, mas a transformação vai além disso. O corte, a cor, o comprimento e a forma como esse cabelo é usado interferem diretamente na leitura da imagem. Por isso, uma mudança aparentemente simples pode transformar completamente a presença daquela pessoa”, explica.

Cabelo como forma de experimentar

De acordo com a especialista, mudanças nos fios costumam acompanhar períodos de renovação porque permitem testar uma nova aparência sem necessariamente abandonar completamente o estilo anterior.

“O cabelo permite experimentar. Às vezes, você não quer mudar seu estilo inteiro, mas quer se enxergar de uma maneira diferente. Um corte pode trazer mais força, uma cor pode iluminar a imagem, um comprimento diferente pode deixar o visual mais moderno. São pequenas decisões que mudam muito a percepção”, afirma Mari.

Não existe apenas uma tendência

As transformações de 2026 também mostram que os cabelos não seguem uma única proposta. Enquanto Angélica adotou um corte mais estruturado e Letícia Colin mudou completamente a cor dos fios para interpretar Adriana, Carolina Dieckmann ganhou destaque justamente por apostar em uma aparência menos produzida.

Em setembro, a atriz chegou a falar sobre as críticas que recebe quando aparece com os cabelos desalinhados. Carolina afirmou gostar do efeito mais “messy” no cotidiano.

Para Mari Borges, essa diversidade representa uma característica importante do momento atual.

“Hoje existe espaço para diferentes propostas. O cabelo perfeitamente finalizado continua existindo, mas o cabelo com movimento, textura e até aquele aspecto mais despojado também ganhou espaço. A pessoa não precisa estar o tempo inteiro com o cabelo impecável para transmitir uma imagem bonita e interessante”.

Transformação também ajuda a construir personagens

Para atrizes, uma mudança nos cabelos pode ter ainda outra função: contribuir para a identidade visual de uma personagem. É o caso de Letícia Colin, que adotou o ruivo para marcar uma nova fase de Adriana em Quem Ama Cuida.

A alteração ajuda a diferenciar a personagem visualmente e acompanha a transformação vivida por ela na história.

“Quando falamos de atrizes, o cabelo também conta uma história. A mudança pode fazer parte da construção de uma personagem, de uma nova produção ou de uma fase específica. Mas isso também acontece fora da televisão. É muito comum uma mulher chegar ao salão dizendo que quer marcar uma nova fase e começar justamente pelo cabelo”, conta a visagista.

Inspiração precisa ser adaptada

Apesar de as famosas servirem como referência para quem pretende mudar o visual, Mari recomenda que o corte ou a cor sejam adaptados às características de cada pessoa, em vez de simplesmente reproduzidos.

“Uma foto de uma famosa pode ser uma ótima inspiração, mas o resultado precisa ser pensado para quem vai usar aquele cabelo. O que funciona para uma pessoa pode não funcionar da mesma forma para outra. Visagismo é justamente entender essas características e encontrar uma versão que faça sentido para aquela pessoa”, finaliza.