Raphinha sentiu dores na perna direita na reta final do primeiro tempo do jogo contra o Haiti, pela segunda rodada do grupo C da Copa do Mundo 2026, e precisou ser substituído por Rayan. No banco de reservas, o atacante conversou com o médico Rodrigo Lasmar e colocou a mão na coxa, virando preocupação automática para Carlo Ancelotti.
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No final de março, o jogador do Barcelona lesionou exatamente o bíceps femoral da coxa direita no amistoso contra a França, e corre risco de ser cortado do Mundial. Se isso acontecer, a seleção teria como substituí-lo?
A resposta é não. O prazo para a troca de jogadores se encerrou para o Brasil na última sexta-feira, ou 24 horas antes da estreia na Copa do Mundo — o empate contra Marrocos por 1 a 1. Ou seja, após a primeira rodada, nenhuma seleção pode fazer mais substituições na lista no restante do torneio.
A única exceção nesta regra é relativa aos goleiros. A Fifa exige que todas as seleções tenham três goleiros à disposição em uma partida. Se algum jogador desta posição for cortado por lesão, há a possibilidade de substituição. Do contrário, a delegação perde um integrante até o fim da Copa.
Após o jogo contra o Haiti, o Brasil disputará a última rodada da fase de grupos contra a Escócia. A partida será na próxima quarta-feira (24), às 19h (de Brasília), em Miami.



