Semana começa com alerta de tempestades e fortes chuvas pelo Brasil

País entra em alerta com possibilidade de fortes tempestades


A última semana de março, segundo previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), começa sob alerta de chuvas intensas e tempestades em várias regiões do Brasil já nesta segunda-feira (23). Os avisos, com validade até a noite de hoje, apontam para pancadas entre 30 e 60 mm/h ou 50 e 100 mm/dia, além de ventos intensos que variam entre 60 a 100 km/h.

Mais chuva no Sul

A região Sul, pelo terceiro dia seguido, terá temporais devido à frente fria. De acordo com os meteorologistas da MetSul, as pancadas intensas se apresentam desde a manhã no Rio Grande do Sul, principalmente próximo à fronteira com o Uruguai. Ao longo do dia, o cenário de instabilidade avança, trazendo chuvas fortes e risco de temporais em várias partes da região.

Ainda segundo previsão da MetSul, a formação de uma frente fria e a atuação de uma área de baixa pressão devem dar origem a um ciclone no Atlântico Sul, responsável pelas pancadas intensas no decorrer desta semana.

No último final de semana, o sul do país registrou rajadas de vento de 107 km/h em Lajeado e acumulados, até a noite do último domingo (22), de 101 mm em Quatro Irmãos.

Como fica o tempo nas demais regiões?

Sob influência da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), o Norte, Nordeste, parte do Centro-oeste e Sudeste estão em alerta, nesta segunda-feira (23), para chuvas fortes. Os estados afetados, conforme o Inmet, são: Goiás, Minas Gerais, Bahia, Pará, Tocantins, Maranhão, Piauí, Ceará, Pernambuco, Alagoas, Paraíba, Amazonas, Acre, Rondônia, Amapá, Roraima, Espírito Santo, Distrito Federal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

O tempo se apresenta severo, com pancadas de até 100 mm, no sul e oeste da Bahia, sudeste e oeste do Pará, Tocantins, Maranhão, Piauí, norte de Minas, norte de Goiás, Amazonas, Acre, Rondônia, Mato Grosso e norte do Espírito Santo. Nesses locais, de acordo com o Inmet, pode ocorrer queda de galhos, alagamentos e descargas elétricas.

Fonte iG