O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, sancionou a Lei nº 9.246/2026, que cria o Programa Municipal de Mandarim e Cultura Chinesa. A nova legislação, publicada em janeiro de 2026, estabelece o ensino do idioma e a difusão das tradições orientais para alunos da rede pública e frequentadores de espaços comunitários da capital fluminense.

A iniciativa, de autoria da vereadora Luciana Novaes, busca conectar a juventude carioca a uma agenda estratégica de cooperação internacional. A lei prevê modalidades de ensino presencial, híbrido ou online, integrando história, filosofia, culinária e artes marciais chinesas ao cotidiano educacional da cidade.
Foco em formação bilíngue e mercado global
O programa surge em um momento de estreitamento das relações entre Brasil e China, com impactos diretos nos setores econômico e educacional. O objetivo central é preparar estudantes e profissionais para atuar em áreas ligadas ao intercâmbio entre os dois países, garantindo maior competitividade no mercado global.
Segundo o texto legal, a prefeitura poderá firmar parcerias com universidades, representações consulares e institutos culturais, como o Instituto Confúcio, para viabilizar o apoio técnico. Além do idioma, o projeto incentiva o turismo cultural e a criação de clubes de caligrafia e xadrez chinês em espaços públicos.
Expansão do ensino de mandarim no Rio
A inclusão do mandarim no currículo escolar carioca acompanha um movimento que já ganha força no estado. Em 2025, o município de Maricá (RJ) já havia introduzido o idioma em um programa trilíngue para o ensino fundamental, servindo de referência para a expansão da formação linguística no território fluminense.
Autoridades municipais acreditam que a nova política pública não apenas valoriza a comunidade chinesa residente no Rio, mas também abre portas para intercâmbios acadêmicos. Especialistas em relações internacionais avaliam que a medida alinha o capital humano da cidade às demandas de um mundo interconectado e focado no gigante asiático.
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RJ cria programa municipal de mandarim e cultura chinesa nas escolas
Escolas públicas do Rio terão inserção da língua mandarim
Reprodução/SEDEC/RJ
Resumo da notícia
O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, sancionou a Lei nº 9.246/2026, que cria o Programa Municipal de Mandarim e Cultura Chinesa. A nova legislação, publicada em janeiro de 2026, estabelece o ensino do idioma e a difusão das tradições orientais para alunos da rede pública e frequentadores de espaços comunitários da capital fluminense.
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A iniciativa, de autoria da vereadora Luciana Novaes, busca conectar a juventude carioca a uma agenda estratégica de cooperação internacional. A lei prevê modalidades de ensino presencial, híbrido ou online, integrando história, filosofia, culinária e artes marciais chinesas ao cotidiano educacional da cidade.
Foco em formação bilíngue e mercado global
O programa surge em um momento de estreitamento das relações entre Brasil e China, com impactos diretos nos setores econômico e educacional. O objetivo central é preparar estudantes e profissionais para atuar em áreas ligadas ao intercâmbio entre os dois países, garantindo maior competitividade no mercado global.
Segundo o texto legal, a prefeitura poderá firmar parcerias com universidades, representações consulares e institutos culturais, como o Instituto Confúcio, para viabilizar o apoio técnico. Além do idioma, o projeto incentiva o turismo cultural e a criação de clubes de caligrafia e xadrez chinês em espaços públicos.
Expansão do ensino de mandarim no Rio
A inclusão do mandarim no currículo escolar carioca acompanha um movimento que já ganha força no estado. Em 2025, o município de Maricá (RJ) já havia introduzido o idioma em um programa trilíngue para o ensino fundamental, servindo de referência para a expansão da formação linguística no território fluminense.
Autoridades municipais acreditam que a nova política pública não apenas valoriza a comunidade chinesa residente no Rio, mas também abre portas para intercâmbios acadêmicos. Especialistas em relações internacionais avaliam que a medida alinha o capital humano da cidade às demandas de um mundo interconectado e focado no gigante asiático.
Entenda a importância estratégica
A implementação do programa reflete a necessidade de adaptação técnica e cultural às novas potências econômicas. O mandarim é uma das línguas mais faladas do mundo e sua compreensão é considerada um diferencial estratégico para o desenvolvimento de negócios e parcerias tecnológicas.
A lei também prevê que as atividades culturais chinesas sejam oferecidas de forma ampla em centros culturais da cidade, permitindo que moradores de diferentes regiões tenham acesso gratuito ao conhecimento sobre a filosofia e a literatura da China.
