Norris se compara a Verstappen e crava: “Para brigar com ele, é preciso ser perfeito”

Atual campeão mundial de Fórmula 1, Lando Norris entra para 2026 em um cenário diferente, como o detentor do título. Com a entrada de um novo regulamento, ainda não é uma confirmação que o inglês vai ter as ferramentas necessárias para arrancar por uma nova taça.

Norris

Porém, apesar de conquistar o objetivo da carreira aos 25 anos de idade, o piloto da McLaren não tem a intenção de se contentar com apenas uma taça, como no caso de Nico Rosberg, que abandonou o esporte imediatamente ao levantar o título de 2016. E Norris ressaltou que está mais confiante.

“Ainda tenho muitos anos na F1 e tentarei conquistar o máximo de títulos possíveis. Se eu nunca mais conseguir, continuo feliz, consegui um. Não são muitas pessoas que atingem o objetivo da vida, mas foi o que me aconteceu. Não me sinto diferente para esta temporada. Continuo querendo vencer, é meu sentimento fundamental. Só penso que, se não conseguir novamente, sempre terei algo sobre o que me orgulhar e sei que é uma grande conquista”, disse Norris em entrevista ao site Road and Track.

Lando também comentou sobre a diferença de mentalidade em relação ao tetracampeão mundial Max Verstappen. Após quatro títulos consecutivos, o neerlandês bateu na trave em 2025, perdendo a taça para Norris por apenas 2 pontos. Para o inglês, bater de frente do Max requer perfeição.

“É muito nítido que minha mentalidade e abordagem são diferentes, por exemplo, do Max. Há muitas coisas que admiro nele e gostaria de ter. Tento sempre melhorar, sei que não estou no nível que preciso em certas áreas. Estou em um bom nível, mas, para brigar com esses caras, é preciso estar perto da perfeição. Preciso trabalhar em várias coisas e melhorar. E minha motivação para vencer é a mesma, não perdi. Se algo mudou, foi minha confiança, que cresceu”, acrescentou.

“Sou uma pessoa que precisa ver para crer, especialmente quando tem a ver comigo. Acreditei que poderia estar na pole pela primeira vez? Consegui, então pensei: ‘agora posso fazer isso’. Por algum motivo, era assim que eu pensava e acreditava. Certamente melhorei em muitas coisas ano passado, em relação à preparação mental, lidando com as partes boas, ruins e tudo que há no meio disso”, complementou.

Fórmula 1 retorna à pista de 11 a 13 de fevereiro, no Bahrein, para a primeira de duas baterias de testes coletivos da pré-temporada. O GRANDE PRÊMIO acompanha todas as atividades.

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