Brasil é sétimo em lista de países mais felizes do mundo

Brasileiro é um povo feliz


Com 28% de brasileiros “muito felizes”, o país cresceu dois pontos percentuais entre aqueles que se declaram felizes entre 2025 e 2026, segundo indica a pesquisa Ipsos Happiness Report, divulgada nesta semana. No entanto, 20% declararam-se “não muito felizes” e “nada felizes”.

No ranking feito pela Ipsos, o Brasil aparece em sétimo lugar na lista de mais países mais felizes do mundo. Na liderança, está a Indonésia (86% de pessoas felizes), seguida dos Países Baixos (84%), México (83%) e Colômbia (83%).

Veja a lista:

  1. Indonésia
  2. Países Baixos
  3. México
  4. Colômbia
  5. Malásia
  6. Tailândia
  7. Brasil
  8. Tailândia
  9. Espanha
  10. Bélgica

Entre aqueles que se dizem “muitos felizes”, os homens brasileiros são maioria, atingindo um percentual de 29% do total deste grupo. As mulheres, por outro lado, atingem 26%. Apesar disso, em outra categoria, a daqueles que se dizem “felizes”, elas são maioria, marcando 54% contra 50%.

A pesquisa aponta que, para o brasileiro, se sentir amado é fator que mais contribui para a felicidade (34%). Saúde física e mental, bem como relacionamento com família e filhos aparecem em seguida. O país foi o em que mais se citou a fé religiosa ou a vida espiritual como um motivo que contribui para a felicidade (22%, enquanto a média global é 10%).

Os dados globais indicam que a felicidade começa alta na juventude, mas começa a diminuir por volta dos 50 anos. Ela, no entanto, volta a subir e atinge o pico após os 70 anos. No caso do Brasil, a soma dos que se dizem muito felizes, entre 50 e 74 anos, é de 82%, sendo a maior média por faixa etária. A Geração Z é onde estão os brasileiros que mais afirmam estarem “nada felizes” (6%).

E o que causa a infelicidade?

A pesquisa revela que a infelicidade é motivada principalmente pela situação financeira, elemento citado por 54% dos entrevistados, um pouco abaixo da média global, de 57%. Saúde mental e bem estar (37%) e situação habitacional ou condições de vida (27%) aparecem em seguida. Segundo a Ipsos, os dados indicam uma correlação entre nível de renda e felicidade. Aqueles com mais renda tendem a se definirem como mais felizes (79%) do que os que afirmaram ter renda mais baixa (67%).

— Não importa a sua idade, onde você mora ou quanto você ganha. Se você está infeliz, suas finanças pessoais são a causa mais provável dessa infelicidade — diz Lucymara Andrade,diretora de pesquisas de marca da Ipsos.

A pesquisa foi realizada em 29 países através de plataformas online. Um total de 23.268 adultos foram entrevistados. No Brasil, a amostra contava com mi indivíduos.

Fonte O Globo