Música

BaianaSystem lança álbum com artistas e produtores de várias partes do mundo

Capa do disco “O Mundo Dá Voltas Dando Voltas pelo Mundo”


Em janeiro de 2025, o disco “O Mundo Dá Voltas” ganhou as ruas marcando uma nova etapa de criação do BaianaSystem e aprofundando uma ideia concebida ainda em 2019, no álbum “O Futuro Não Demora”. Passado mais de um ano e um Grammy Latino, é a vez de “O Mundo Dá Voltas Dando Voltas pelo Mundo”, que chega às plataformas de streaming pelo selo Máquina de Louco e distribuição da Altafonte, desdobrar a atmosfera de coletividade de seu antecessor em um panorama global, após um ano marcado por viagens da banda ao redor do mundo e um Carnaval emblemático, que recebeu no Navio Pirata músicos do Carnaval de Notting Hill, em Londres.

Nesta versão especial de “O Mundo Dá Voltas”, produtores e artistas de várias partes do mundo trazem um novo universo de possibilidades para as obras, em muitos idiomas e sotaques diferentes: “‘O Mundo Dá Voltas’ foi um disco marcado pela coletividade na sua construção, em uma narrativa e produção artística muito bem amarrada por Russo. Este novo capítulo do projeto nasceu enquanto estávamos em turnê fora do país, dando voltas pelo mundo. Ouvir as versões que iam chegando e como se somavam ao primeiro foi revelador de como a música pode se transformar e nos conectar, criando um sentido único”, diz Roberto Barreto, fundador e guitarrista da banda.

As canções ganham, com as novas versões, o “sobrenome” Refix. Entre cantores e produtores, novos artistas se juntam aos que já estavam nas faixas de “O Mundo Dá Voltas”. Além do Brasil, países como Nigéria, Colômbia, Portugal, França e Inglaterra marcam presença. Lançada no ano passado, a versão de “Praia do Futuro” com os nigerianos Elestee e JVXN, somando-se a Seu Jorge e Antonio Carlos & Jocafi, abriu caminho para o disco. “Cobra Criada/Bicho Solto” (Refix), que já tinha Pitty e Vandal, ganhou uma versão do duo Tropkillaz no início deste ano.

Para as inéditas, chegam o produtor Seiji britânico a “Batukerê”, juntando-se a Dino d’Santiago e Antonio Carlos & Jocafi. “A Laje”, que já tinha Emicida, Melly e Kandence Lindsey, ganhou os scratches do DJ paulistano Nyack.

“Porta-Retrato da Família Brasileira”, com Dino D’Santiago, ganha a participação do DJ português Branko. A versão refix de “Magnata” ganha as participações do espanhol Rico Rosa e da dupla colombiana Queens Tafari.  “Palheiro”, que já tinha Manoel Cordeiro, agora é um dub assinado por Formiga Dub. O produtor francês Philippe Cohen Solal (Gotan Project) assina a nova versão de  “Agulha”, com Claudia Manzo. Com Gilberto Gil e Lourimbau originalmente, “Pote D’Água” agora tem produção de Chico Corrêa. Ruxell assina a nova versão de “Balacobaco”, que já tinha Anitta e Alice Carvalho.

O refix da faixa “O Mundo Dá Voltas” ficou a cargo de João Millet Meirelles, que já é o responsável pelos synths e programações da banda na estrada. “Ogun Nilê” encerra o álbum com a participação de Sean Kuti na voz e no sax alto e bateria de Jorge Dubman, com produção de Sekobass.

Tracklist:

  • BATUKERÊ (REFIX) – Seiji e Dino D’Santiago
  • A LAJE (REFIX) – DJ Nyack, Emicida e Melly
  • INTRO PRAIA (REFIX ) – SekoBass
  • PRAIA DO FUTURO (REFIX) – Elestee, JVXN e Seu Jorge
  • PORTA-RETRATO DA FAMÍLIA BRASILEIRA (REFIX) – Branko e Dino D’Santiago
  • MAGNATA (REFIX) – Rico Rosa e Queens Tafari
  • PALHEIRO (REFIX) – Furmiga Dub e Manoel Cordeiro
  • AGULHA (REFIX) – Philippe Cohen Solal e Claudia Manzo
  • POTE D´ÁGUA (REFIX) – Chico Corrêa, Gilberto Gil e Lourimbau
  • COBRA CRIADA/ BICHO SOLTO (REFIX) – Tropkillaz, Pitty e Vandal
  • BALACOBACO (REFIX) – Ruxell, Anitta e Alice Carvalho
  • O MUNDO DÁ VOLTAS (REFIX) – João Millet Meirelles
  • OGUN NILÊ (REFIX) – Sean Kuti