México e África do Sul abrem nesta quinta-feira (11), às 16h, no Estádio Azteca, a maior Copa do Mundo da História. Também jogam hoje Coreia do Sul e República Tcheca, às 23h, em Guadalajara.
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Às 14h30, o Estádio Azteca na capital mexicana será palco da cerimônia de abertura, com apresentação de Shakira e vários artistas.
Até o dia 19 de julho, 16 cidades dos Estados Unidos, do México e do Canadá vão sediar 104 partidas de 48 seleções. Com a competição dividida em três países, o Canadá e os Estados Unidos também têm cerimônias de abertura próprias antes de cada um dos primeiros jogos nesses países.
Em Toronto estão previstos shows de artistas como Michael Bublé e Alanis Morissette nesta sexta-feira (12), a partir das 14h30.
Em Los Angeles, o evento tem Katty Perry como principal nome e prevê a participação da cantora brasileira Anitta. A cerimônia também será amanhã, a partir das 20h30.
Os Estados Unidos concentram o protagonismo logístico e sediarão 78 partidas. O México e o Canadá vão ter 13 jogos cada.
Na cidade do México, a cerimônia de abertura deve ocorrer sob protestos. Milhares de manifestantes prometem marchar em direção ao Estádio Azteca para ampliar o alcance de suas demandas.
Nos Estados Unidos, a preparação das seleções ocorre sob forte impacto de tensões diplomáticas e do conflito militar na região do Oriente Médio.
Devido às restrições, a comissão técnica iraniana montou sua base de treinamentos em Tijuana, no México, e só pode viajar aos Estados Unidos na véspera dos jogos.
Quinze funcionários da Federação Iraniana de Futebol tiveram vistos rejeitados e a cota de ingressos destinada a torcedores do Irã foi revogada.
O árbitro somali Omar Artan, escalado pela Fifa e eleito o melhor do continente africano, teve a entrada negada no aeroporto de Miami. De volta pra casa, o juiz foi recebido como herói na Somália.
Ontem, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, lamentou o corte do árbitro da Somália, mas disse que não pode mandar nos países-sede.
