A morte do ator Peter Greene, aos 60 anos, ganhou novos detalhes após a divulgação de informações sobre o que foi encontrado no apartamento onde ele vivia, em Manhattan, na cidade de Nova York, nos Estados Unidos. O artista, conhecido por interpretar personagens marcantes no cinema dos anos 1990, foi localizado sem vida em dezembro de 2025 dentro de sua residência, em circunstâncias que ainda levantam questionamentos.

De acordo com relatos publicados pelo New York Daily News, vizinhos foram os primeiros a comentar sobre a cena encontrada no local. Segundo eles, o ator estava caído no chão do apartamento quando foi descoberto. “Peter estava deitado no chão, de bruços, com ferimentos no rosto e sangue por toda parte”, disseram moradores do prédio ao jornal. Próximo ao corpo, um bilhete escrito à mão também foi encontrado, o que chamou a atenção das autoridades e de pessoas próximas ao artista.
Bilhete encontrado ao lado do ator
Conforme informações divulgadas pelo site UOL Splash, o conteúdo da mensagem encontrada no apartamento trazia uma frase enigmática. O texto dizia: “eu ainda sou um Westie.” A declaração teria relação com a chamada gangue irlandesa-americana conhecida como Westies, grupo que atuava no bairro de Hell’s Kitchen a partir da década de 1970. Até o momento, não há confirmação sobre o significado exato da frase ou se ela tem ligação direta com a morte do ator.
A causa oficial do falecimento de Peter Greene não havia sido divulgada pelas autoridades. O empresário do ator, Gregg Edwards, afirmou ter sido informado de que música tocava no apartamento por mais de 24 horas antes da descoberta do corpo, o que levou à chamada da polícia. Greene ficou conhecido por interpretar vilões em produções como “O Máskara” (1994) e “Pulp Fiction: Tempo de Violência” (1994), consolidando seu nome em papéis intensos no cinema.
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