Pauta – Cientista brasileira comenta dados sobre o Glaucoma no Brasil, a progressão da doença, estudos recentes e aumento da depressão dos portadores
Fonte – Regina Cele Silveira Seixas, médica oftalmologista, membro da Sigma Xi (The Scientific Research Honor Society) e diretora sudeste da sociedade Brasileira de Glaucoma (SBG)
Ganchos Factuais – Dia 11 de fevereiro é Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência (com o objetivo fomentar o papel de mulheres e meninas na ciência) e 12 de março – Dia Mundial do Glaucoma (que visa alertar a população sobre a importância de fazer exames oftalmológicos regulares)

De acordo com o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), mais de 1,7 milhão de pessoas devem ter glaucoma no Brasil, com uma incidência que varia entre 1% e 2% na população geral, aumentando após os 40 anos e atingindo mais de 6% após os 70 anos. A prevalência é maior em indivíduos negros (pretos e pardos) comparados a brancos, e fatores como histórico familiar, miopia e pressão intraocular elevada aumentam o risco de desenvolvimento da doença.
Quem pode falar sobre a doença e dar dados de sua recente publicação internacional que liga a incidência de depressão em pacientes com o avanço da doença. é uma das mais importantes pesquisadoras sobre o glaucoma é a médica oftalmologista Regina Cele Silveira Seixas, membro da relevante Sociedade Científica mundial Sigma Xi e diretora sudeste da Sociedade Brasileira de Glaucoma (SBG).
A recentes estatísticas sobre o glaucoma, uma das mais perigosas doenças oftalmológicas, registra que aproximadamente 300 mil brasileiros receberam acompanhamento e tratamento para prevenir a cegueira total causada pelo glaucoma, a principal causa de cegueira irreversível no mundo.