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Produção de colágeno cai após menopausa; saiba como reverter

Dentre os diversos impactos da menopausa na vida da mulher, a perda de colágeno é mais um dos sintomas – e consequências – do climatério. O fenômeno é bastante comum, especialmente nos cinco primeiros anos após o fim do período reprodutivo feminino. Segundo alguns estudos, estima-se que há uma redução de 30% de colágeno 1 e 3 neste período.

É o colágeno que traz firmeza e elasticidade para a pele. Sua deficiência provoca, por exemplo, uma desidratação intensa. Por isso, o ressecamento da pele é uma queixa frequente das mulheres neste período. Mas os impactos vão muito além.

De acordo com a Dra. Juliana Chieppe de Sá, médica dermatologista associada da Allergan Aesthetics, além da perda da firmeza da pele, a queda na produção de colágeno tipo I e III deixa os músculos enfraquecidos e as articulações e tendões mais rígidos. “As rugas são o primeiro sinal, seguido de uma flacidez progressiva”, afirma.

Segundo ela, a principal causa desta queda é em decorrência do envelhecimento intrínseco, o que geneticamente já estamos sujeitos a desenvolver. Portanto, a queda na síntese de colágeno é um processo natural do envelhecimento. “Na menopausa, há queda na produção de progesterona e estrogênio, o que afeta também a síntese de colágeno”, explica
Como combater a queda de colágeno?

É possível aumentar a produção de colágeno no organismo através da ingestão de alimentos ricos em proteína e antioxidantes (como a vitamina C). Além disso, procedimentos estéticos podem potencializar (e muito) a síntese de colágeno.

Tratamentos com ácido hialurônico e bioestimulador de colágeno são algumas das ferramentas para melhorar a aparência da pele e estimular a retomada de produção desta proteína, perdida ao longo dos anos e principalmente na menopausa.

Bioestimuladores de colágeno injetados, associados ou não ao ácido hialurônico estimulam também síntese de elastina e a reorganização das camadas da pele. Portanto, são algumas das ferramentas para melhorar a aparência da pele e estimular a retomada de produção desta proteína, perdida ao longo dos anos e principalmente na menopausa.

Juliana destaca que, já que o envelhecimento intrínseco é um processo natural do organismo, é importante prevenir o envelhecimento extrínseco. Isto é, aquele causado pelo excesso de sol, poluição e tabagismo. “A radiação solar é uma grande vilã do envelhecimento da pele e deve ser sempre combatida”, alerta a especialista.

Fonte Terra

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