Karla Sabah faz participação especial no show ‘Festa Hits Oitenta’, cantando três músicas, no Beco das Garrafas

Karla Sabah faz participação especial no show ‘Festa Hits Oitenta’, cantando três músicas, no Beco das Garrafas

29 de maio de 2022 0 Por admin

cantora carioca Karla Sabah faz participação especial no show “Festa Hits Oitenta”, no próximo dia 11, no Beco das Garrafas, ao lado de Marcelo Paes e Banda Perfil 80, Luciano Bahia e Regininha Poltergeist. Karla vai cantar três músicas, duas da época em que era ‘Afrodite Se Quiser’ e uma de seu primeiro disco solo, Drum’n Bossa de 2004. 

Atualmente em carreira solo, Karla Sabah lançou, em março deste ano, uma nova versão da música “Vou Recomeçar”, de Roberto e Erasmo e, dando continuidade ao seu projeto musical, a cantora lança, em junho, uma nova música, ‘ON A CLEAR DAY (YOU CAN SEE FOREVER)’, de Burton Lane (music) e Alan Jay Lerner (lyrics), imortalizada na voz de Frank Sinatra. A canção tem direção artística e produção musical de Liber Gadelha, e arranjo de William Magalhães.

Sobre Karla Sabah

Karla Sabah é atriz, cantora, cineasta, poeta carioca, nascida e criada na Cidade Maravilhosa. Em 1980 e 1981, cursou o TABLADO, na turma de Maria Vorhees. Depois, estudou mais Stanislavski na UNI-RIO, em 1983, onde formou-se em Licenciatura Plena em Educação Artística com habilitação em Artes Cênicas. Estreou no teatro profissional no espetáculo infantil “Adeus, Fadas e Bruxas”, de Ronaldo Ciambroni, vencedor do Prêmio Mambembe de 1982.

Na TV, participou de “Salomé”, “Perigosas Peruas”, “Vale Tudo” e, em “Prova de Amor”, teve a voz incluída na música de abertura da novela interpretando “O Barquinho”, de Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli.

No cinema, atuou em “Atlantis Ocean”, de Chico de Paula, e “Bella Donna”, de Fábio Barreto. Atuou como cantora solo, em 1984, no jingle publicitário “A Moda Muda o Mundo”, de Ricardo Barreto e Bernardo Vilhena. Trabalhou como modelo exclusiva da Pró-Varejo, na campanha de lançamento da marca Alternativa Nativa, uma das ramificações da antiga Mesbla.

Mais tarde, em 1986, viajou pelo Brasil, participando do trio “Afrodite se Quiser”, onde estreou como cantora na mídia brasileira, participando de “A Buzina do Chacrinha”, “Perdidos na Noite”, dos programas da Hebe e da Xuxa, quando conseguiu um “gancho” e posou para a revista Playboy em outubro de 1989. A dupla “Bad Girls” (1994) e “As Maskaradas” (1996), com a cantora e também atriz, Daniele Daumerie, foi campeã na Sapucaí com a Mocidade Independente de Padre Miguel, arrematando várias capas de revistas e jornais populares.

Depois, mergulhou no mundo do vídeo, começando nos computadores dos Estúdios Mega, entre 1997 e 2005. Fez cinema na NEW YORK FILM ACADEMY, no verão de 1998, e na Universidade Estácio de Sá, entre 1999 e 2003. No percurso, participou de duas edições do Festival de Gramado, com “Mal Secreto” (2002), dedicado a Waly Salomão, tendo Luiz Melodia como personagem principal e, em 2004, “Namorada de Amiga Minha é Homem” (2000), do grupo “Os Anjos”, foi primeiro video clipe roteirizado, dirigido e editado inteiramente por Karla Sabah.

Com o prêmio da ABRACI (2008), entregue na Academia Brasileira de Letras (ABL), ganhou seu primeiro livro de poemas, RAINHA de SABAH (Ibis Libris, 2009), de onde foram extraídas algumas letras para seu terceiro trabalho como cantora solo, CALA A BOCA E ME BEIJA (2009), título do CD e da parceria com o maestro Rildo Hora.

Quando se mudou para o Cosme Velho, veio a Cama & Café, Espaço Afrodite Se Quiser, ao qual se dedicou com sucesso, até meados de 2016. Em 2017, começou o projeto GrandMother Fucker Never Dies, escrevendo verdadeiras atrocidades sob o pseudônimo de Zyka Pank. Uma delas deu nome à banda: “Pentelho Grisalho” para resumir o nome completo “Zyka Pank e seu PENTELHO GRISALHO ou GrandMother Fucker Never Dies”, que acabou sendo conhecida mesmo como Banda Pentelho, composta por músicos da cena underground carioca.

Em janeiro de 2021, com a perda de Liber Gadelha, seu parceiro, produtor e companheiro de vida inteira, enclausurou-se, e gravou sete lindas canções de Cláudio Santoro e Vinícius de Moraes, acompanhada pelo violão clássico e erudito de Chico Miceli, num trabalho totalmente diferente de tudo que já fez como cantora pop, o EP “7 Canções de Amor”. Mas, como o mundo continua girando, depois de “Vou Recomeçar” e “On A Clear Day (You Can See Forever)”, retoma sua veia literária, por meio da música e, com a produção de Pedro Luís (da Parede), entra em estúdio com “Black Cat”, de sua autoria, e “Folhetim Moderno”, dela e Rildo Hora, e mais uma, talvez “Travessia”, de Milton Nascimento e Fernando Brant, realizando um antigo desejo, em homenagem ao seu eterno grande amor, Líber Gadelha.

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Assessoria de Imprensa
Paula Ramagem